Feriado da Consciência Negra tem “Canja Instrumental“ em Barão Geraldo

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O projeto “Canja Instrumental” terá uma programação especial na próxima segunda-feira, dia 23, às 21h, em Barão Geraldo. Nesta agenda de novembro, antes mesmo da abertura do palco, duas bandas farão o pré-aquecimento, em apresentações gratuitas que contam com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

A noite começará com Arismar do Espirito Santo e Léa Freire, dois nomes consagrados no meio musical. Em seguida, será a vez de Quartebê, banda paulistana derivada do grupo “Claras e Crocodilos’. E para encerrar a noite, o palco fica aberto para a Canja, quando os músicos da região se unem e improvisam no instrumental.

Canja

Canja Instrumental” é um projeto de palco aberto, que propicia a oportunidade para músicos da cidade se reunirem e experimentarem livremente com a música instrumental.

Uma vez por semana, bandas locais ou que tiveram sua formação na região são convidadas para abrirem a Canja, projeto apoiado pela Secretaria Municipal de Cultura.

Para mais informações sobre a Canja, acesse www.canjainstrumental.wix.com/canja-instrumental.

Arismar do Espirito Santo

Nome consagrado no meio musical, referência em vários instrumentos, Arismar é um músico completo. A maneira de tocar e compor, com o uso de intuição e espontaneidade, harmonias inusitadas, improvisos melódicos, ritmo contagiante e criatividade tem sido marca registrada em seus trabalhos.

O artista traz as experiências e linguagens desenvolvidas na bateria, no baixo, no piano, na guitarra e no ‘violão 7’. Recebeu o Prêmio Sharp de Música e foi eleito um dos 10 melhores guitarristas do Brasil (Guitar Player).

Arismar assina e dirige vários projetos, entre eles Cordas à Solta, Alô Bateria, Canção sem Fronteiras, Encontro Brasileiro do Acordeon.

Léa Freire

Léa Freire, flautista e compositora, ouvia desde cedo eruditos brasileiros como Guarnieri, Villa Lobos, Radamés Gnattali e Souza Lima, entre outros. Durante os estudos de piano, também conheceu a obra de Bach, Debussy e muitos autores estrangeiros.

A flautista também se interessou pelo rock and roll e depois pelo jazz, que a trouxe de volta para a bossa nova, que chamou o choro e que mostrou o caminho para os inúmeros ritmos brasileiros. Agora, começa uma nova etapa – a de unir o popular ao erudito, o formalismo à improvisação, com sotaque brasileiro.

Quartabê

Quartabê, banda criada especialmente para o Festival Moacir Santos, estreou no Rio de Janeiro em agosto de 2014. O grupo é derivação direta da banda “Claras e Crocodilos”, projeto em que Arrigo Barnabé reinterpreta sua obra prima de 1980, o disco “Clara Crocodilo”, marco da Vanguarda Paulista.

Com Arrigo e o projeto que tem impressionado plateias e críticos, as instrumentistas do Quartabê – Ana Karina Sebastião, Joana Queiroz, Maria Beraldo Bastos e Mariá Portugal – têm viajado pelo Brasil e exterior. A turnê incluiu uma temporada com ingressos esgotados no reduto experimental Audio Rebel (RJ).

A partir dessa experiência e da afinidade musical entre as “Claras”, surge uma nova banda, em que as musicistas unem-se a Rafael Montorfano, pianista e tecladista atuante na cena musical e teatral paulistana, para trazer uma leitura diferente do consagrado repertório do maestro Moacir Santos.

A Quartabê lança mão de referências que vão do free jazz escandinavo ao afro-beat, buscando revelar alguns aspectos menos explorados da multifacetada música de Moacir Santos.

Serviço

Dia: 23 de novembro, segunda-feira

Horário: 21h

Local: Praça Angelina Caselatto Antoniolli – Barão Geraldo

Informações: www.canjainstrumental.wix.com/canja-instrumental

Entrada franca